segunda-feira, 15 de março de 2021

BOLÍVIA - GOLPISTA JEANINE ÁÑEZ É PRESA

 Postado em 13/03/2021 7:47

Ex-líder golpista Jeanine Áñez é presa na Bolívia


COVID REVELA: FALTA DE ESTADO CAUSA MORTE

 

Postado em 15/03/2021 6:12

COVID REVELA: FALTA DE ESTADO CAUSA MORTE

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(Foto: Amazônia Real)

Pedro Augusto Pinho*








A pandemia tem sido devastadora para os brasileiros. Neste domingo, 14 de março, só estávamos, na medida universal de morte por milhão, atrás de países privatizados do antigo mundo socialista, onde o Estado foi demolido e as finanças não encontraram, pela baixa renda da população, lucros suficientes para manter serviços médicos.

Da Gazeta do Povo (12/03/2021) retiramos: República Checa 20,54, Eslováquia 17,82, Hungria 14,91, Bulgária 12,85, Bósnia e Herzegovina 9,49 e, na sexta posição, Brasil com 8,49 mortos por milhão de habitantes. Dos nove primeiros, apenas o Brasil não pertenceu ao mundo europeu socialista, privatizado na última década do século passado.

O Brasil vê demolidas as instituições do estado nacional desde 1990. Mas os discursos privatistas começaram com o general Figueiredo, uma década antes, e foram amplamente utilizados pela oposição aos governos militares.

Há várias diferenças entre os generais do século XX e deste século XXI. No século XX tivemos muitos generais nacionalistas que lutaram contra o entreguismo de alguns colegas e a elite civil, satisfeita com os ganhos das exportações de produtos primários e a participação nas comissões das importações de bens industrializados e direitos de uso.

Sem sermos exaustivos, mas de presença significativa, lembremo-nos destes notáveis militares: Henrique Duffles Batista Teixeira Lott, Felicíssimo Cardoso, Artur da Costa e Silva, Júlio Caetano Horta Barbosa, Adhemar de Queiroz, Newton Estillac Leal, José Machado Lopes, Ernesto Beckmann Geisel e Emílio Garrastazu Médici. Todos agiram, nos postos ocupados, tendo a soberania e o nacionalismo como norte da ação do Estado.

Porém, sob a influência do financismo, primordialmente inglês e corruptor da imprensa internacional e da política estadunidense, a oposição aos governos militares não distinguiu questões políticas e sociais das questões geoestratégicas e econômicas, condenando tudo o que se fizera anteriormente, em especial entre os anos 1967 a 1980, e empoderando o poder judiciário.

Também esta oposição, de cunho globalizante, afastou a possibilidade de o Brasil recuperar a trajetória nacional trabalhista que proporcionara os melhores e mais integrais momentos de desenvolvimento do País. A Era Vargas era explicitamente combatida por expoentes da oposição que se apresentavam como de esquerda: Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

Desde o início do projeto de abertura política, o único partido que foi impedido de continuar sua trajetória antes de 1964, foi o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), criado por Getúlio Vargas e que governara por duas vezes o Brasil: de 1951 a 1954 com o próprio Getúlio, e de com João Belchior Marques Goulart (Jango), de setembro de 1961 a janeiro de 1963, no parlamentarismo, e até março de 1964, no presidencialismo.

Na última eleição para o legislativo nacional, antes do golpe de 1964, em 1962, o PTB com 104 deputados e 11 senadores era o segundo maior partido brasileiro, sendo o maior, também criado por Vargas, o Partido Social Democrático (PSD) com 123 deputados e 16 senadores.

A atuação do general Golbery do Couto e Silva, presidente da Dow Chemical do Brasil e diretor do Banco Cidade, de Edmundo Safdié, para a criação dos partidos políticos, impediu que o PTB fosse para os trabalhistas de 1962.

Todas as articulações deixaram, nas disputas presidenciais após a constituição de 1988, isolado o candidato nacional trabalhista, Leonel Brizola, e foram eleitos os que aceitaram as imposições financistas.

As imposições das finanças estão elencadas no conhecido decálogo do Consenso de Washington das quais destacamos: 1) Disciplina fiscal, evitando grandes déficits fiscais em relação ao Produto Interno Bruto (PIB); 2) Taxas de juros determinadas pelo mercado; 3) Taxas de câmbio competitivas; 4) Livre comércio: liberalização das importações, com ênfase na eliminação de restrições quantitativas (licenciamento, etc.), proteção comercial a ser fornecida por tarifas baixas e uniformes; 5) Liberalização do investimento estrangeiro direto interno; 6) Privatização de empresas estatais; 7) Desregulamentação: abolição das regulamentações que impedem a entrada de novos concorrentes no mercado ou restringem a concorrência, exceto aquelas justificadas por motivos de segurança, proteção ambiental e do consumidor e supervisão prudencial de instituições financeiras e 8) Segurança jurídica para direitos de propriedade privada.

Assim, o Estado vem sendo afastado de suas tarefas, quer no sentido do desenvolvimento e consequente geração de empregos, quer na proteção de seus cidadãos, pelos últimos 30 anos. Com o golpe de 2016, se acelerou a ausência da ação estatal, pelas privatizações e pela incapacidade dos gestores, sejam aqueles escolhidos pelo povo, em eleições bastante suspeitas, sejam nomeados pelos governantes.

Tudo isso explode com o covid. A inépcia, o desinteresse pela vida da população, a prioridade de recursos para a área financeira, aliada à corrupção, leva o Brasil à situação vergonhosa de incúria e incapacidade administrativa para enfrentar a pandemia.

Examinemos os países com maior número de mortes. Registremos que o mundo tem 7 bilhões e 852 milhões de pessoas e já morreram 2.651.578.

O primeiro em número de mortes são os Estados Unidos da América (EUA): 534.189 com a população de 330 milhões; seguem o Brasil com 277.102 e 212 milhões, o México com 194.490 e 126 milhões, a Índia com 158.607 e 1 bilhão e 362 milhões, o Reino Unido com 125.464 e 66 milhões, a Itália com 101.881 e 60 milhões e a França com 90.455 e 67 milhões. Dados da Wikipédia, em 14/03/2021.

Estes números apontam para situação já identificada na estatística que inicia este artigo. Países que reduziram por questões ideológicas, a adoção do neoliberalismo como filosofia de governo e dos mandamentos do Consenso de Washington, a presença do Estado não tiveram da iniciativa privada a mesma proteção que já dispuseram suas populações. Os números apresentados pelos países desenvolvidos, as maiores economias do mundo, como os EUA, o Reino Unido, a Itália e a França são evidencias indiscutíveis. Sem significativa ação do Estado não há proteção social. Os EUA, onde não há sistema de saúde público, encabeçam o número de mortes.

Não havendo reversão da política neoliberal, o Brasil vai sendo um país despedaçado, um país sem governo, um território onde suas enormes riquezas vegetais, minerais, energéticas, aquíferas são objeto de saque pelas finanças internacionais e causa de morte por doenças e fome de seus habitantes.

*Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado.

De: Pátria Latina

ENTREVISTA DE LULA AOS JORNALISTAS APÓS ANULAÇÃO DE SUAS CONDENAÇÕES

 


Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala aos jornalistas após a anulação de suas condenações judiciais.

De: TV 247

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

PEGANDO NO PÉ



ASSIBGE-SN quer acesso aos contratos firmados pelo IBGE
Com base na Lei de Acesso à Informação (LAI – Lei nº 12.527, de 2011), a ASSIBGE-SN solicitou em 10 de julho deste ano cópias de todos os contratos, consórcios, convênios e termos de cooperação firmados pelo IBGE desde a posse da atual Presidente, Susana Cordeiro Guerra, em 22 de fevereiro.
Em resposta, a administração do IBGE forneceu apenas planilhas que listaram as parcerias, contratos, e autorizações de fornecimento, sem entregar os documentos que formalizaram e fundamentaram esses atos administrativos.
Por este motivo, a assessoria jurídica do Sindicato entrou com um recurso, em 19/8/2019, com prazo limite de resposta para o dia 26 daquele mesmo mês, que até a presente data não foi respondido.
Diante da falta de resposta, a assessoria jurídica protocolou uma petição física na Sede da Presidência do IBGE, no Rio. Como não obteve êxito, o escritório de advocacia recorreu à Justiça Federal RJ com pedido de mandado de segurança. O juiz responsável decidiu intimar a Presidente e a Direção do IBGE a se manifestarem sobre o caso.
A ASSIBGE-SN aguarda um posicionamento claro e transparente da Direção do IBGE a respeito de seu pedido de informações. O Sindicato está apenas exigindo o cumprimento de um direito expresso em Lei vigente no país

OS CURDOS



ENTENDA A QUESTÃO CURDA



De: CANAL CURTA

NÃO VAO DEIXAR !!!


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COMO VOCÊ AVALIA ?



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RELEMBRANDO ATUAÇÃO DO BASTA !


RELEMBRANDO ATUAÇÃO DO BASTA !

E hoje, o que temos !?

sábado, 9 de abril de 2011

DIRETO AO ASSUNTO - O BASTA! VAI AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF

PREZADOS(AS) COMPANHEIROS(AS),

Quarta-Feira, 30 de março de 2011.


Enquanto alguns "apagadinhos" políticos de lucas passeiam todos os dias em Brasília e em outros países com o dinheiro dos associados da ASSIBGE-SN, sem o menor ressentimento ou remorso, sob a suposta defesa e acompanhamento do projeto PL6.127/2009, e que nunca mostraram nada do que fizeram, nem quando ou como, ficando a eterna dúvida em nossas cabeças:
Quem são essas pessoas e a quem representam ...!?

Por outro lado, o grupo BASTA !, com fundos próprios avança até o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF e promove a entrega de documentos que envolvem questões abrangentes e de
 interesses diretos do funcionalismo público federal, ao Presidente do Supremo, Exmo Sr. Dr. CEZAR PELUSO , ao seu Vice-Presidente, o Exmo. Sr. Dr. GILMAR MENDES , e por fim, ao Ministro do STF e Presidente do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL - TSE , o Exmo. Sr. Dr. ENRIQUE RICARDO LEWANDOWSKI .

Tais questões estão sendo analisadas sob a ótica da nossa Constituição Federal.

Informamos então aos nossos companheiros que, continuaremos na LUTA pelo reconhecimento e valorização do SERVIÇO PÚBLICO, independente da incompetência, inveja e da mediocridade política residente e fixa neste nosso sindicato.

Agradecemos desde já aos(as) COMPANHEIROS(AS) que nos acompanham e acreditam em nossas convicções.
Abraços.


grupo BASTA !

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

IBGE - APONTA O AUMENTO DA POBREZA



Dados de pesquisa do IBGE traduzem golpe em números

"Desde que os golpistas paralisaram o país para cuidar da execução do golpe, a economia despencou no precipício da incerteza e dos duros golpes desfechados nos empregos, pela Lava-Jato, comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro e os seus procuradores amestrados. Não é “retórica”. É estatística", diz Denise Assis, do Jornalistas pela Democracia
Denise Assis, do Jornalistas pela Democracia - É fartamente conhecida a frase do ex-presidente americano, Bill Clinton, dita em resposta a um assessor de sua campanha para a reeleição de 1992.  As pesquisas de opinião o mostravam atrás do senador por Massachussetts, Paul Tsongas, nesse estado, e um dos seus funcionários quis saber o porquê. “É a economia, estúpido”, teria dito, Clinton.
Por aqui a sua resposta precisaria ser adaptada, caso nos perguntássemos, hoje, por que o fosso da desigualdade se alarga gritante e cruelmente. “É a política, estúpido”, seria o troco mais conveniente.
A direita tem insistido em apontar o dedo para os governos do PT como “fabricantes do caos” a que estamos submetidos na economia. Não são poucos os que classificam o discurso daqueles a quem chamam “esquerdistas”, de “retórica dos derrotados”. Porém, o que dizer, quando esse discurso desemboca em números tão sugestivos quanto irrefutáveis?
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), que trata de todas as fontes de rendimento dos brasileiros, divulgada ontem pelo IBGE, aponta o Brasil entre os 15 países mais desiguais do mundo, além de exibir o dado mais devastador dos últimos tempos: os 1% mais ricos do país, ou seja, o topo da pirâmide, ficou 8,4% mais rico ainda. Em compensação, na base achatada dos miseráveis, que se constitui dos 5% mais pobres a renda mensal caiu 3,2%. 
Enquanto os governos Lula e Dilma resgataram da linha abaixo da pobreza, 36 milhões de pessoas, os governos golpistas não só os derrubaram ladeira abaixo, como o atual (des)governo os empurra, pisando nos dedos dos que ainda estão agarrados às bordas, congelando o salário mínimo.
Entrevistado pelo jornal O Globo, que não teve alternativa a não ser mostrar o quadro real que nos apresenta a pesquisa do IBGE, o economista Marcelo Neri, da FGV, não tem recado otimista. “O aumento da desigualdade foi muito forte. Não é um processo que está refluindo com a superação da recessão. A renda do trabalho nunca foi tão concentrada”, espantou-se. Da mesma maneira, isto é, de forma clara, a gerente da Pnadec ouvida pelo jornal explicou: “A população ocupada vem crescendo, o rendimento vem crescendo, mas essa ocupação vem da informalidade. Por isto esse aumento da desigualdade.”
Traduzindo: os 1% mais ricos nadam no conforto e na estabilidade, e o piso da pirâmide se vira de sol a sol para subsistir, apenas. A pesquisa mostra, ainda, que lá na rabeira, existem 600 mil pessoas que nem sequer conseguem esta condição e, perto da inanição, tocam como podem o cotidiano com R$ 90,00. Dá para imaginar? Não. Melhor não. E é Neri quem de novo cutuca a ferida, legitimando o discurso que os de “esquerda” fazem, com um dado inarredável. “A perda dos mais pobres foi muito intensa desde 2014”. (...) “O ano de 2015 foi de subida forte da desigualdade, aumentando menos em 2016 e 2017 (época em que tudo parou para ver o impeachment passar – destaque nosso) e voltando a subir em 2018. A pobreza vem crescendo no mesmo ritmo desde 2014, o ponto mais baixo da série”, conclui Neri.
De: Brasil247

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Eugênio Aragão: irritação com Moro é muito grande no STF


Eugênio Aragão: irritação com Moro é muito grande no STF

Ao comentar o julgamento pelo STF da suspeição de Sérgio Moro no processo contra Lula, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão afirma que ser “possível a gente ter uma boa surpresa nesse caso, porque a irritação com o Moro é muito grande (no STF)”. Aragão, no entanto, é cauteloso. “Acho que o Celso de Mello pode virar isso (a favor de Lula)”, diz
Por Eduardo Maretti, RBA - Apesar das expectativas de que o Supremo Tribunal Federal (STF) tende a reverter o entendimento favorável à prisão em segunda instância, consolidado pelo plenário da corte em outubro de 2016, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão é cauteloso sobre o julgamento marcado para a próxima quinta-feira (17). Para ele, prever o comportamento do Judiciário brasileiro, “só com bola de cristal”.
“Desde a época do mensalão, o Supremo só olha para as ruas, fica com medo das ruas. Agora está mais tranquilo. Mesmo assim, estou com um pé atrás. Não custa a gente ter certa cautela. A possibilidade (de o tribunal declarar inconstitucional a execução antecipada de pena) é grande, mas não se pode garantir.”
Nesse caso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ser posto em liberdade, pelo menos até que todos os recursos sejam esgotados no próprio STF ou no Superior Tribunal de Justiça, a depender da decisão que o Supremo irá tomar. O julgamento não deve se encerrar na quinta, mas se estender por duas ou três sessões.
São considerados certos contra a prisão em segunda instância os votos dos ministros Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli, embora este último, presidente do tribunal, já tenha defendido a tese de que a prisão após segunda instância seria admissível depois de julgamento de tribunal superior, no caso, o STJ. Essa posição, se prevalecer, seria uma vitória apenas parcial da defesa de Lula, que já foi condenado pelo STJ.
A ministra Rosa Weber tem posicionamento historicamente aliado à corrente contra a prisão antecipada. Porém, ela votou contra habeas corpus de Lula em abril de 2018, admitindo que votava contra seu próprio entendimento naquele caso específico, mas que continuava contrária à tese da prisão antes do trânsito em julgado, conforme votou em 2016. O surpreendente voto de Rosa definiu o placar de 6 a 5 que permitiu a prisão de Lula.
“Acho que pode haver mudança na posição de Alexandre de Moraes e da Rosa”, diz Eugênio Aragão. “Em função desses vazamentos todos (do Intercept Brasil), acredito que o clima dentro do tribunal mudou bastante. Existe a possibilidade de que o Supremo reverta a posição, mas ninguém pode dizer com certeza.”
Sobre o ministro Gilmar Mendes, na opinião do ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff, sua postura agressiva é “do estilo dele: quando é atacado, ele ataca de volta”.
Suspeição de Moro
Aragão é menos cético quanto ao julgamento do habeas corpus em que a defesa de Lula pede a decretação da suspeição do ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça, que o condenou no caso do triplex do Guarujá em primeira instância. O caso está na Segunda Turma do STF.
“É possível a gente ter uma boa surpresa nesse caso, porque a irritação com o Moro é muito grande (no STF).” Mesmo assim, o ex-ministro é cauteloso. “Acho que o Celso de Mello pode virar isso (a favor de Lula)”, diz. “Mas tudo é imprevisível. O Judiciário brasileiro, só com bola de cristal”, ressalva.
O julgamento sobre a suspeição do ex-juiz está suspenso e ainda não foi remarcado. A Segunda Turma é composta por Cármen Lúcia, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e o decano Celso de Mello. Fachin e Cármen já votaram, contra o HC de Lula. Lewandowski e Gilmar votarão a favor. O voto de Celso de Mello deve desempatar.
De: Brasil 247