terça-feira, 27 de setembro de 2011

FUNCIONALISMO PÚBLICO - CONDSEF BUSCA INSERÇÃO DE CELETISTAS E READMITIDOS DO GOVERNO COLLOR NA LEI 8.112/90

Buscando a correção de uma injustiça cometida ao longo dos anos, a Condsef luta para que servidores celetistas e readmitidos do governo Collor sejam enquadrados no Regime Jurídico Único (RJU) e inseridos na Lei 8.112. A entidade já encaminhou uma pauta que inclui a reivindicação para a Secretaria-Geral da Presidência da República. A expectativa é de que o governo dê solução ao que a Condsef considera uma incompatibilidade. Manter regimes diferentes na administração pública gera conflitos e insufla discriminações no setor. O enquadramento no RJU, regime de origem de todos esses servidores, fará com que diversos direitos sejam resgatados como aposentadoria integral, entre outras conquistas importantes.

Assegurar o enquadramento no Regime Jurídico Único é uma das principais bandeiras de luta de trabalhadores celetistas, incluindo os demitidos injustamente na época do governo Collor e que após anos de luta resgataram direito a retornar ao serviço público. A Condsef busca também apoio de parlamentares. A entidade já participou de audiências públicas que debateram o tema e espera que o Congresso Nacional assegure a transposição dos servidores celetistas ao RJU.

Outras informações sobre este e outros temas de interesse dos setores da base da Condsef continuam sendo divulgados na página http://www.condsef.org.br/

De: CONDSEF


VOCÊ, ASSOCIADO DA ASSIBGE-SN - INTERESSADO NOS 28% - LEIA E PROCURE OS SEUS DIREITOS

HISTÓRICO DA AÇÃO JUDICIAL SOBRE OS 28%

Em janeiro de 1993 foi publicada a Lei nº. 8622 (19/01), que no seu artigo 1º concedeu reajustamento de 100% nas remunerações dos servidores civis e militares do Poder Executivo. No entanto, a Lei não tratou apenas de reajuste linear, mas estabeleceu no seu artigo 4º a necessidade de se especificar critérios de reposicionamento nas tabelas anexas. Assim, foi promulgada a Lei de nº. 8627 (20/02/93) que especificou os critérios de reposicionamento e no seu artigo 6º ignorou os critérios de isonomia, concedendo aos Oficiais Generais outro reajuste, além do constante no artigo 1º, ou seja, mais 28,86%. Isto gerou muitas ações de servidores púbicos para garantir a isonomia. Assim, o STF (Superior Tribunal Federal), no julgamento de recursos, reconheceu o direito de extensão aos servidores do Executivo. 
    
Para evitar demandas judiciais, o Governo editou a Medida Provisória Nº. 1704 (30/06/98), que estabeleceu no artigo 1º a extensão do pagamento dos 28,86% aos servidores civis, determinando, entretanto, a compensação dos percentuais de reajuste deferidos pôr força do reposicionamento funcional concedido ao servidores pelos artigos 1º e 3º da lei 8622 e 8627/93. O reajuste dos 28,86% deve ser limitado aos efeitos da MP nº. 2131/2000, que revogou os artigos 6º e 8º da lei 8622/93, o artigo 2º da Lei 8627/93 e a Lei 8237/91, implementando nova estrutura remuneratória para os militares.

Embora nossa ação tenha reivindicado a incorporação do valor integral, a decisão da 3ª Vara Federal e do Tribunal Regional Federal, que julgaram nossa ação, está de acordo com o STF, ou seja, no que diz respeito ao pagamento de retroativos. O período reconhecido para pagamento é janeiro de 1993 a junho de 1998.
A Executiva Nacional já enviou aos Núcleos Sindicais circulares com os procedimentos a serem adotados para o recolhimento da documentação necessária para efeito de cálculo do que cabe a cada servidor da ativa e aposentado (que não fez o acordo) da Ação dos 28%.

No sitio abaixo, procure no Menu Arquivos da Ação dos 28%, no canto direito aqui do Portal, todas orientações detalhadas de como proceder para que os cálculos sejam feitos pelo Escritório de Advocacia Gomes de Mattos.

Executiva Nacional da ASSIBGE

sábado, 10 de setembro de 2011

EGITO - PROTESTO DE MASSAS CONTRA JUNTA MILITAR PRÓ-EUA

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World Socialist Web Site - [Johannes Stern, Tradução de Diário Liberdade] 10 de setembro de 2011. Trabalhadores egípcios e jovens realizaram um protesto de massa nas cidades do Egito ontem, após uma nova onda de greves tomar conta do país nos últimos dias. No Cairo dezenas de milhares de manifestantes se reuniram na Praça Tahrir, um dos epicentros da revolução egípcia, 3 pessoas foram mortas pelas forças de repressão e centenas estão feridas.


O exército e polícia egípcia se retirou da Praça Tahrir antes dos protestos começarem mas ameaçaram retornar à meia-noite para dispersar as multidões remanescentes. Os militares ocuparam a ilha central da praça desde o dia 1º de agosto, quando a junta militar violentamente reprimiu o último protesto pacífico.

Diferentes marchas foram organizaram rumo à Praça Tahrir durante o dia. Uma manifestação começou no campus da Universidade do Cairo em Giza e foi rumo à embaixada de Israel, onde os manifestantes cantaram slogans contra Israel e o Supremo Conselho das Forças Armadas (SCAR, na sigla inglesa). Após a recente agressão do exército de Israel no último mês, houveram protestos prolongados em frente à embaixada.

A junta SCAF, que continua como aliada de Israel, construiu um muro de concreto ao redor da embaixada para distanciá-la dos manifestantes.

Durante o dia milhares de manifestantes retornaram à embaixada, derrubando parte do muro, invadiram-na e removeram a bandeira de Israel do topo do prédio. Os manifestantes foram atacados por forças de segurança com gases lacrimogêneos e balas de borracha. 837 pessoas ficaram feridas e 3 pessoas morreram.

Outra manifestação começou em Shubra, um bairro operário na região norte do Cairo. Quando a marcha passou nos escritórios do diário estatal Al-Gomhoreya, manifestantes levantaram seus sapatos para indicar desprezo e cantaram "mentirosos". Eles carregavam cartazes escritos "Um salário mínimo para aqueles que vivem nos cemitérios" e "Um salário máximo para aqueles que vivem em palácios".

Os protestos de massas na Praça Tahrir também contou com a participação de fazendeiros, que organizaram uma marcha do lado de fora do ministério da agricultura em Dokki, e pelos "Ultras" (fans) das duas maiores equipes de futebol do Cairo, al-Ahly e Zamalek. Fãs do al-Ahly foram brutalmente atacados pelas forças policiais após uma partida na quinta-feira por terem cantado palavras de ordem contra o ex-ditador Hosni Mubarak. Mais de 5 mil Ultras se encontraram na praça e cantaram contra a brutalidade policial e o ministro do Interior. Manifestantes também denunciaram os julgamentos militares dos civis e chamaram para "purgar o judiciário de todos os apoiadores de Mubarak".

Outras palavras de ordem foram dirigidas contra o governante de fato do Egito, o Marechal Mohamed Hussein Tantawi, ministro da Defesa de Mubarak por 20 anos: "Uma palavra em seu ouvido, marechal, a revolução continua em Tahrir" e "Tantawi é Mubarak".

Na cidade costeira de Alexandria milhares de manifestantes se reuniram em frente ao El-Qaed Ibrahim Mosque. Eles cantaram palavras de ordem contra o conselho militar e demandaram "colocar todos os funcionários assassinos em julgamento". Eles também cantaram, "Todo mundo é o mesmo após a revolução".

Em Suez, os manifestantes tentaram se dirigir rumo aos escritórios governantes mas foram atacados pela polícia militar, que usaram bastões para dispersar a multidão.

A reação violenta dos militares e policiais no Cairo e Suez é um sinal de profunda preocupação entre a elite governante egípcia frente aos renovados protestos e greves. Greves de massas se espalharam pelo Egito desde o fim do Ramadã, com trabalhadores demandando salários melhores e bônus e purgando das fábricas e instituições os oficiais corruptos da era Mubarak.

Milhares de trabalhadores dos correios estão em greve e demandam um aumento de 7% para compensar a inflação e um bônus de 200% por atingirem os objetivos anuais de produção. A greve é também dirigida contra os administradores corruptos e consultores super pagos dentro da empresa pública Postal Services.
No dia 6 de setembro o diário estatal Al-Ahram comentou que esta greve "reflete uma ampla desilusão de muitos empregados do setor público com a falta de progresso sob o governo Sharaf." O artigo reportou que "SCAF tentou impedir a greve e abrir os escritórios de correios na Ismailia pela força, mas o exército falhou porque os grevistas conseguiram manter suas posições."

Desde o início da semana a mídia egípcia reportou uma manifestação de massas e greves. Na segunda-feira trabalhadores da High Dam Electrical e Industrial Company se encontraram em frente ao prédio do Conselho de Ministros para realizar um protesto por melhores salários. Ao mesmo tempo estudantes da escola de Direito manifestaram em frente à Suprema Corte contra o nepotismo dentro do sistema judiciário. Na costeira governadoria de Beheira, residentes de Edku bloquearam uma avenida para protestar contra a colaboração do governo do Egito contra a transnacional petrolífera britânica, British Petroleum.

Outras novas fontes reportaram ações industriais posteriores e manifestações de trabalhadores automotivos, químicos, pescadores e têxteis.

No dia 3 de setembro 22 mil trabalhadores têxteis na cidade de Mahalla, casa do maior setor fabril público têxtil no Egito, anunciaram seus planos de começar uma greve por tempo indeterminado no dia 10 de setembro. Eles emitiram um comunicado declarando suas reivindicações, demandando uma salário mínimo maior e cheques especiais por mérito. O comunicado também declarou que eles querem não somente melhorar sua situação, mas também lutar por um padrão de vida decente para todos os trabalhadores do Egito.

Os trabalhadores de Mahalla tem uma longa história de lutas militantes e greves. Seus protestos em 2006 e 2008 ajudaram a galvanizar a onda de greves de massas que finalmente culminaram na revolução do dia 25 de Janeiro e os protestos que derrubaram Mubarak.

Profundamente preocupados com o crescimento da luta de classes, a junta SCAF se encontrou com uma delegação das fábricas de Mahalla para tentar por fim às greves. A delegação concordou em cancelar a greve após negociações com o ministro do Trabalho, Ahmed Borai. A delegação reportadamente concordou que os bônus de refeição serão aumentados para 210 EGP de 120 EGP e que os bônus mensais serão aumentados em 200%. A delegação também concordou em prolongar as discussões sobre compartilhamento dos lucros até os encontros da assembleia geral da Holding Company for Cotton e da Spinning and Textiles.

Enquanto isso, a junta militar está claramente tentando preparar uma confrontação com a classe trabalhadora. Na quarta-feira pela noite a SCAF se reuniu por três horas com o primeiro-ministro Essam Sharaf e seu gabinete para discutir o que um porta-voz do gabinete descreveu como uma "situação de segurança em deterioração". O conselho emitiu seis diretrizes para o governo Sharaf seguir imeditamente.
Entre elas há demandas para suspender "emissões de novas licenças para estações televisivas por satélites" e o começo de "procedimentos legais para rever licenças emitidas para qualquer rede televisiva por satélite que incitou violência e protestos." Duas outras diretivas disseram que "o gabinete irá intervir para paralisar todas ações grevistas, e irão endurecer a lei passada na primavera que criminaliza certas greves que causam distúrbios na vida pública". Adicionou que Sharaf não irá "negociar com grevistas sobre nenhuma demanda até que eles paralisem as ações em seus locais de trabalho".

Parece inevitável que as concessões limitadas possam impedir os trabalhadores em Mahalla e através do Egito de continuar as lutas contra o regime. Prontamente, trabalhadores têxteis em Kafr Al-Dawar e outros locais ameaçaram ir à greve caso eles não ganhem os mesmos incentivos que os trabalhadores em Mahalla.
Há também reportagens na mídia que outras seções da classe trabalhadora anunciaram uma escalada de protestos no meio de setembro. Al-Ahram reportou que professores do ensino médio e universitários estão preparando ações por todo o país no meio do mês, bem como médicos que estão planejando uma greve contra suas demandas não atendidas.

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sábado, 3 de setembro de 2011

REFORMA DA PREVIDÊNCIA - SEMPRE OS OTÁRIOS PAGAM A CONTA

Há quanto tempo ouvimos os técnicos dos governos e a mídia dizer que precisam urgentemente preparar a Reforma da Previdência ?

Agora virou moda, todo governante deve fazer a sua reforminha na previdência e alterar ao seu prazer a vida e os direitos dos trabalhadores, pois se o Fernando Henrique Cardoso começou, o Sr. Lula da Silva também o fez. Agora, a nossa EXMA. Presidenta Dilma, para não ser diferente, adotará a mesma faceta - MEXER NA PREVIDENCIA E APOSENTADORIA DO TRABALHADOR.

Enquanto isso, os banqueiros e os grandes empresários ficam revoltados com o estado das coisas ....

ASSIM É MOLE !!!

Disse na Câmara o Dep. Ivan Valente:

"Na Europa está se estendendo o tempo de contribuição. Agora, com a crise na Grécia, em Portugal, na Irlanda, na Espanha, na Itália, a primeira coisa que se fala é no aumento do tempo de contribuição dos trabalhadores de 60 para 62, para 65, para 67 e vai a 70. Quem causa crise são os bancos, mas quem paga a conta são os trabalhadores.

Aqui no Brasil, uma nova Reforma da Previdência está em curso, em debate nos gabinetes do Planalto. E, mais uma vez, como sempre ocorre quando o governo decide mudar as regras do jogo, quem pagará a conta serão os trabalhadores. Como já noticiado pela imprensa, em declarações do ministro Garibaldi Alves Filho, da Previdência Social, o governo pretende enviar até setembro para o Congresso um projeto de lei alterando os critérios e cálculos para aposentadoria no país, exigindo mais tempo de contribuição da classe trabalhadora. Fala-se em extinção do fator previdenciário, mas não para acabar com este mecanismo perverso, aprovado no governo FHC e mantido por Lula, que retira em média 30% das aposentadorias, mas para substituí-lo por medidas mais drásticas no que se refere ao adiamento para o recebimento do benefício.

A pior proposta em estudo é a que pretende aumentar a idade mínima para o trabalhador se aposentar, e que ignora as enormes diferenças que existem no país entre ricos e pobres, que necessariamente começam a trabalhar mais cedo. Homens só teriam direito à aposentadoria após os 65 anos e as mulheres, após os 60.

Outra “idéia” é aumentar em sete anos o tempo de contribuição para se requerer a aposentadoria. Assim, em vez de contribuir com 35 anos de serviço, os homens teriam que trabalhar no mínimo 42; e as mulheres, em vez de 30, 37 anos. Os setores mais retrógrados defendem, inclusive, que se acabe com a diferenciação entre os gêneros, já que, para eles, a jornada dupla – ou até tripla – das mulheres é coisa que não mais existe…

Para supostamente combater tamanha barbaridade, a maioria das centrais sindicais colocou na mesa de negociação um remendo, ao qual o governo se agarrou, e que agora pode se tornar o grande tiro na culatra nos trabalhadores. A proposta é combinar tempo de contribuição com idade do trabalhador. O chamado “fator 85/95″, inventado pelas centrais, garantiria a aposentadoria integral apenas quando a soma do tempo de contribuição e da idade for igual a 85 para as mulheres e a 95 para os homens. O governo Dilma gostou da idéia, mas está pensando na fórmula 95/105, empurrando mais dez anos de serviço para o trabalhador poder se aposentar.

O discurso do governo para defender o fator 95/105 é o de sempre: “a conta não fecha”. Ora, essa continua sendo uma falácia da história brasileira. Em recente audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família desta Casa, promovida para discutir a situação da Previdência no país, o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), Álvaro Solon França, afirmou novamente que o déficit da Previdência é um mito. Pelo contrário, em 2010 houve um superávit nas contas da seguridade social de R$ 58 bilhões!

Dizem que a conta não fecha porque insistem em fazer os cálculos com base apenas na contribuição sobre a folha de pagamento dos trabalhadores e dos empresários, quando as receitas da Previdência devem ser analisadas no conjunto da seguridade social, que engloba, além da Previdência, as áreas da saúde e da assistência social.

Outro fator para as contas da Previdência aparecerem deficitárias, também ressaltado pela Anfip, é a retirada de dinheiro do setor para o pagamento de juros da dívida pública. Com a Desvinculação de Receitas da União (DRU), para alegrar os bolsos dos banqueiros, já foram retirados R$ 48 bilhões da Seguridade Social. É um crime contra os trabalhadores! Na mesma audiência pública, o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Leonardo Rolim, disse que o governo não pode abrir mão do fator previdenciário sem colocar nada no lugar porque até hoje a medida já “economizou” R$ 31 bilhões para a Previdência.

Somente em 2011, seriam R$ 9 bilhões “economizados”, ou seja, retirados dos trabalhadores. “Não dá pra ficar sem este recurso”, disse Rolim. Não dá, na verdade, porque a prioridade do governo federal é pagar religiosamente, sem ter feito a auditoria que a Constituição Federal determina, juros e amortizações da dívida pública. Em 2010 foram mais de R$ 640 bilhões, incluindo o assalto aos cofres da previdência. É por isso que os R$ 9 bilhões do fator previdenciário precisam continuar saindo do bolso dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras.

Segundo o governo, com o envelhecimento e a mudança do perfil etário da população nas próximas décadas, as despesas do Regime Geral da Previdência, que hoje correspondem a 6,9% do PIB, chegarão a 12,5% em 2050. Mas em vez de pensar em medidas que favoreçam a formalização de empregos, e assim aumentem as receitas da Previdência, e em mudanças estruturais na política econômica, o governo federal, mais uma vez, escolhe o caminho mais fácil e ataca dos direitos dos trabalhadores.

É a mesma lógica de ajuste fiscal que esteve por trás do veto da presidenta Dilma ao aumento real que seria concedido aos aposentados em 2012 pela LDO. Cerca de 10 milhões de aposentados e pensionistas que ganham acima do piso e que não têm ganho real nos benefícios desde 1997 seriam beneficiados. Mas o Planalto preferiu se “precaver” e, mesmo com recursos em caixa, vetou “por antecipação” dos gastos. Foi o mesmo que aconteceu no início do ano, com o corte de R$ 50 bilhões para despesas sociais no orçamento, para depois dar R$ 150 bilhões para os banqueiros e empresários enfrentarem a crise que criaram. Ou com a Medida Provisória 540, aprovada este mês, que desonera a folha de diversos setores, que não pagarão mais o INSS. Ou seja, menos recursos para a Previdência.

O governo também está se movimentando para aprovar na Câmara o Projeto de Lei 1992/2007, que iguala a previdência dos setores público e privado, alterando substancialmente a Previdência Social. O PL, enviado por Lula ao Congresso há quatro anos, foi abraçado pelo ministro Garibaldi e já recebeu parecer favorável do presidente da Comissão de Trabalho, deputado Silvio Costa (PTB-PE). Está entre as prioridades da Comissão para este semestre legislativo.

O projeto estende ao funcionalismo federal o teto para a contribuição e para pagamento de aposentadorias e pensões válido para os trabalhadores da iniciativa privada, que hoje é de R$ 3.691,74. Para ter uma aposentadoria acima desse valor, o servidor deverá fazer uma contribuição complementar, em favor de um novo fundo de pensão, também criado pelo PL – a Fundação de Previdência Complementar do Serviço Público Federal (Funpresp). Ou seja, é a privatização da Previdência Social. Países como o Chile fizeram isso e os resultados foram desastrosos. É preciso considerar as diferenças entre o funcionalismo e o setor privado e compreender que uma aposentadoria digna é um estímulo para a qualificação do funcionalismo público brasileiro, que só tem benefícios a trazer à nossa população. Esta é uma obrigação do Estado, que não pode ser descartada em mais um flerte neoliberal deste governo.

Portanto, há um pacote de maldades que se anuncia no horizonte dos trabalhadores. Enquanto os movimentos populares se organizam para tentar recuperar direitos retirados, com a aprovação da PEC 555 – que acaba com a contribuição previdenciária dos inativos – e a PEC 270 – que dá integralidade e paridade aos aposentados por invalidez -, o governo já prepara um novo rol de ataques à classe trabalhadora. Tais medidas favorecem e estimulam diretamente a previdência privada, e a mídia, patrocinada com muito peso pelos bancos, propagandeia o tempo todo essa idéia de que a previdência está falida. É, portanto, um conluio em torno de interesses econômicos poderosíssimos.

O PSOL nasceu da luta contra a Reforma da Previdência implementada pelo governo Lula. Esta é uma questão central para o nosso partido. Por isso, nos somamos aos movimentos populares e sindicatos de todo o país que nesta quarta-feira realizam um grande ato da Jornada Nacional de Lutas aqui em Brasília, que tem entre as suas reivindicações a defesa da aposentadoria e da Previdência pública, a defesa do serviço público, da suspensão do pagamento da dívida pública e contra os cortes no orçamento federal.

Por dignidade aos aposentados e pensionistas! Pela valorização do funcionalismo público! Todo apoio à luta dos trabalhadores e nenhum direito a menos! "

BASTA ! DE PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT) PARA VENDA DE ESCRAVOS (VE).


ISTO É UMA VERGONHA !!!


SEM COMENTÁRIOS !!!!

FUNCIONALISMO PÚBLICO - REAJUSTE ZERO PARA OS IBGEANOS

Lá se vão os anos e com eles as lembranças ....

Quem nunca ouviu esta assertiva com tom carregado de melancolia ?

Pois é... se na história deste País existiu um Órgão Público que se despiu dos MEDOS impostos por um Regime Ditatorial, este sem dúvida foi o IBGE.

Lembro-me de denúncias de funcionários quando governos tentavam alterar resultados ou variáveis em pesquisas institucionais, para justificar ou implementar políticas diferentes do interesse e necessidade do povo.

Lembro-me que na década de 80, de tantos confrontos em prol dos interesses dos trabalhadores do IBGE e dos demais, aqueles trabalhadores foram pela mídia conhecidos como "XIITAS DO PT", partido político naquela época, recém nascido.

Inúmeras foram as PALAVRAS DE ORDENS desses Brasileiros contra o Entreguismo, o Imperialismo Estadunidense e Diretas Já.

Os XIITAS DO PT, meros trabalhadores do IBGE, sem esmorecer e com intuito da melhoria nas condições de trabalho e de salários, por muitos dias e noites ficaram à mercê da perseguição e truculência dos Governos que passaram e dos próprios Diretores de seu órgão.

Naquela época, o Partido dos Trabalhadores (PT) era apenas uma possibilidade virtual de sucesso, mas a sua ideologia, dentre outras, as da razões da equidade, atraía a massa trabalhadora.

HOJE, um Partido Político forte, reconhecido mundialmente, frente ao seu maior ícone - LULA DA SILVA, não carece mais de seguidores fiéis à ideologia da igualdade e fraternidade, pois de tão institucionalizado que está no cenário politico nacional, não percebemos mais a diferença entre os demais partidos.

Com intervenções maléficas para toda Categoria, no governo FHC e mantidas pelo governo LULA, o quadro funcional de Nível Superior distanciou-se, e muito, do Nível Superior, gerando, via de consequencia, enorme fosso salarial.

Então ... se continuarmos com este significante resultado de reajuste salarial - REAJUSTE ZERO, a única categoria punida com o descaso e desprezo do governo, com certeza, passaremos para os anais da história, como os verdadeiros otários do funcionalismo público do país.

OUTRORA, XIITAS DO PT, passaremos a covardes e marionetes !!!!

E vem por aí mais um saquinho de maldades ....

AGUARDEM !!!!

FIQUEM ASSIM QUIETINHOS E CALADINHOS !!!

E AGUENTEM OS RESULTADOS .

CASO CONTRÁRIO:

MEXAM-SE TRABALHADORES DO IBGE !

DIGA NÃO À COVARDIA !

DIGA NÃO AO REAJUSTE ZERO !

DIGA NÃO AO PROJETO QUE MODIFICA A PREVIDÊNCIA !

DIGA NÃÃÃO !!!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

FUNCIONALISMO PÚBLICO - GOVERNO QUER MUDANÇAS NA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS

Dentre outras e muitas medidas prejudiciais, o Projeto de Lei 1992/07, pretende fixar o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo regime próprio de previdência dos servidores públicos da União, de que trata o artigo 40º da Constituição, além de autorizar a criação de entidade fechada de previdência complementar denominada Fundação de Previdência Complementar do Servidor  Público Federal (Funpresp), estruturada sob a forma de fundação estatal com personalidade jurídica de direito privado, conforme já foi proposto no contexto do Projeto de Lei Complementar nº 92, de 2007.

Realmente ... A QUEM INTERESSA ESTA DEMANDA !?

Segue abaixo, matéria que traz a LUTA de Companheiros em Brasília, onde demonstram estarem incluídos e JUNTOS no processo contra mais um PROJETO GOVERNAMENTAL, independentemente de PARTIDOS, que pretende trazer prejuízos eternos aos funcionários públicos.

ACORDA IBGEANO !!!!

Pressão dos servidores conseguiu adiar votação de PL 1.992/07 na Câmara

O governo mandou recado ao Congresso Nacional. Quer aprovar mudanças na previdência dos servidores públicos mesmo sem acordo com sindicatos. A ameaça de um rolo compressor não intimidou a categoria. Representantes de servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário lotaram nesta quarta-feira a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (Ctasp) da Câmara dos Deputados. Na pressão e na raça os servidores conseguiram adiar mais uma vez a votação do PL 1.992/07 que prevê criação de Previdência Complementar para o setor. A matéria volta para a pauta de votação da Câmara no próximo dia 24. O relator da proposta, deputado Silvio Costa, quis aprovar o texto hoje sem ao menos lê-lo. Ele foi um dos alvos centrais de protesto de manifestantes e até parlamentares da Ctasp. Num discurso cheio de preconceitos, Costa classificou servidores como “casta de privilegiados” e “amantes de uma boquinha”. O deputado não mencionou que o déficit previdenciário e rombo de R$ 52 bilhões que o governo cobra dos servidores é na verdade um mito e nada tem a ver com os trabalhadores do setor.

Estudo feito pela Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) mostra que em 2010 houve um superavit de R$ 58 bilhões nas contas da Previdência. Além de mostrar que o atual sistema nacional previdenciário é sustentável, o estudo derruba a tese do governo de que há déficit no setor. Na verdade, ainda segundo a Anfip, as contas aparecem deficitárias porque o governo retira dinheiro da área para pagar juros da dívida pública, por exemplo. O déficit, portanto, não vem do pagamento de aposentadorias e benefícios e não é provocado pelos trabalhadores.

Crise é desculpa da vez – O forte lobby que o Executivo tem feito dentro do Congresso para aprovar o PL 1992/07 precisa ser enfrentado com toda força pelos servidores. Na pauta do Congresso desde 2007, o cenário da crise mundial é a nova desculpa que vem sendo usada pelo governo para aprovar alterações nas regras de direitos de aposentadoria dos servidores. Além de penalizar futuros servidores, os atuais não estão fora de risco. 

Com a aprovação do PL, para ter direito a qualquer valor acima do teto fixado pelo INSS em R$ 3.689,66, o servidor teria que buscar adesão, facultativa, à uma fundação de direito privado. Sobre a intenção do governo, especialistas alertam que entregar a administração de aposentadorias públicas nas mãos da iniciativa privada, além de ferir direito constitucional dos servidores, não resolve o problema do déficit da Previdência. Trocando o certo pelo duvidoso, servidores que recorressem a esta entidade de direito privado teriam que aderir a um plano de contribuição certa, mas de benefício incerto, que variará de acordo com as reservas acumuladas no período de contribuições.

O PL volta à pauta da Câmara no mesmo dia em que servidores de todo Brasil realizam sua 4ª marcha unificada na Esplanada dos Ministérios. Recentemente, na Grã Bretanha, mais de 750 mil servidores públicos protestaram no país contra a tentativa do governo britânico de mexer em regras da previdência. Para impedir que o governo passe seu rolo compressor nos trabalhadores, uma nova onda de pressão deve tomar conta do Congresso pela derrubada de projetos que ameaçam direitos e esmagam servidores a condição de vilãos de problemas que tem raiz na má administração do governo.

De: Condsef

sábado, 13 de agosto de 2011

FIDEL CASTRO - 85 ANOS

Mis imágenes no alcanzan

13 Agosto 2011 
 
De: Cubadebate
 
Fidel cumple 85 años. Quién lo iba a imaginar cuando hace apenas cinco, hasta los más optimistas llegamos a pensar que su cuerpo no resistiría la falaz emboscada que le tendió el destino, y ya no volveríamos a verlo, delante, frente al pueblo, hablando del ayer, del hoy y del mañana, señalando la ruta, alentándonos a todos a seguir camino, aún en los momentos en que todo parecía estar perdido.

Una repentina enfermedad obligaba a Fidel a tomar distancia de sus nombramientos, no de sus sentimientos, y el Comandante en Jefe se autodenominaba de un día para otro soldado de las ideas o compañero Fidel, cuando para nosotros, o mejor dicho, para todo nuestro pueblo, seguiría siendo por siempre, el Comandante en Jefe, o sencillamente Fidel, sin ninguna palabra delante por grande que esta fuera.

Fidel es Fidel, ya lo dijo Raúl. Porque Fidel es la Revolución en sí misma, Revolución “más grande que nosotros mismos”, Revolución “capaz de cambiar todo lo que deba ser cambiado”, Revolución “eternamente Revolución”.

¿Y qué hago yo hablando o escribiendo, cuando mi don, si algún don tengo, no es precisamente el de la palabra, sino el de perpetuar con mis ojos lo que ve mi corazón? ¿Será que mis imágenes no alcanzan y debo acudir a otras formas de expresión para decir lo que siento?

No soy escritor ni pretendo serlo, incluso, no soy fotógrafo ni camarógrafo ni artista: no poseo un solo documento que avale el ejercicio de tales profesiones. Sin embargo, en más de una ocasión he hablado y escrito, como ahora, sobre Fidel; lo he fotografiado, lo he filmado y creo alguna vez hasta haberlo dibujado.

Pero hoy me guardo las palabras que quisiera decir, los elogios de su virtud que quisiera pronunciar, y a solicitud de mis colegas de La Jiribilla, prefiero mostrarles algunas de las fotos que pude tomarle en los últimos seis años, con la esperanza de que no sean las últimas y que, cámara en ristre, me lo encuentre alguna otra vez en el camino, con el pueblo delante, y yo, como siempre, con él.

(Tomado de La Jiribilla)
Comandante en Jefe, 2006 Foto: Roberto Chile
Comandante en Jefe, 2006. Foto: Roberto Chile
Fidel 2005 Foto: Roberto Chile
Fidel, 2005. Foto: Roberto Chile
Eterno Baragua, 2005 Foto: Roberto Chile
Eterno Baragua, 2005. Foto: Roberto Chile
Reflexión, 2005 Foto: Roberto Chile
Reflexión, 2005. Foto: Roberto Chile
En la plaza con Fidel 2005. Foto: Roberto Chile
En la plaza con Fidel, 2005. Foto: Roberto Chile
Mensaje de paz al mundo 2010. Foto: Roberto Chile
Mensaje de paz al mundo, 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel en la asamblea nacional 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel en la Asamblea Nacional, 2010. Foto: Roberto Chile
Las manos de Fidel 2010. Foto: Roberto Chile
Las manos de Fidel, 2010. Foto: Roberto Chile
Aniversario 50 de los CDR
Aniversario 50 de los CDR. Foto: Roberto Chile
A la luz del che 2010. Foto: Roberto Chile
A la luz del Che, 2010. Foto: Roberto Chile
Perfil 2010. Foto: Roberto Chile
Perfil, 2010. Foto: Roberto Chile
Notas 2010. Foto: Roberto Chile
Notas, 2010. Foto: Roberto Chile
A la luz del maestro 2010. Foto: Roberto Chile
A la luz del maestro, 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel en la universidad 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel en la Universidad, 2010. Foto: Roberto Chile
Perfil 2010. Foto: Roberto Chile
Perfil, 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel 28 de septiembre 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel, 28 de septiembre 2010. Foto: Roberto Chile
Fidel 2010
Fidel, 2010. Foto: Roberto Chile
Discurso 2010. Foto: Roberto Chile
Discurso, 2010. Foto: Roberto Chile
Saludo al pueblo 2010. Foto: Roberto Chile
Saludo al pueblo, 2010. Foto: Roberto Chile
La estrella de Fidel 2010. Foto: Roberto Chile
La estrella de Fidel, 2010. Foto: Roberto Chile

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

MOVIMENTO INDÍGENA - ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS PEDEM RESPEITO AOS DIREITOS DE POVOS INDÍGENAS


Foto: ONUNesta terça-feira (9), celebra-se o "Dia Internacional dos Povos Indígenas”. A data, instituída desde 1994 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), chama atenção para os direitos dos grupos originários. Neste ano, o dia 9 de agosto tem como tema: "Desenhos indígenas: celebrando nossas histórias e culturas, criando nosso próprio futuro”.

De acordo com as Nações Unidas, a temática deste ano "sublinha a necessidade de preservar e fortalecer as culturas indígenas incluídas a arte e a propriedade intelectual”. Da mesma forma, chama atenção dos consumidores para a história e a experiência pessoal que existe por trás de cada produto construído pelos indígenas.

Em mensagem por ocasião da data, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, reafirma os direitos dos indígenas e o compromisso de promover a justiça, a igualdade e a dignidade. Segundo ele, existem cerca de 5 mil grupos indígenas em 90 países, representando mais de 5% da população mundial e 370 milhões de pessoas. No entanto, apesar da importância cultural, muitas dessas populações não têm seus costumes e histórias valorizadas.

"Os povos indígenas enfrentam muitos problemas para manter sua identidade, suas tradições e seus costumes, e suas contribuições culturais são em ocasiões exploradas e comercializadas com escasso ou nenhum reconhecimento. Devemos fazer um esforço maior para reconhecer e reforçar seu direito a controlar sua propriedade intelectual e ajudá-los a proteger, desenvolver e obter compensação justa por seu patrimônio cultural e seus conhecimentos tradicionais que, em última instância, beneficiam a todos nós”, destaca.

Ban Ki-moon ainda aproveita as celebrações do "Dia Internacional dos Povos Indígenas” para pedir aos Estados o compromisso de pôr fim às violações aos direitos humanos sofridas pelos indígenas e a combater as situações de pobreza extrema e perda de terras enfrentadas por esses povos.

A solicitação é compartilhada por Anistia Internacional (AI). No relatório "Sacrificar os Direitos em Nome do Desenvolvimento: os povos indígenas das Américas sob ameaça”, divulgado na semana passada, a organização de direitos humanos chama as autoridades do continente americano "a defender e proteger os direitos dos povos indígenas”. No documento, Anistia destaca alguns casos de violações aos direitos indígenas por conta de grandes projetos de desenvolvimento.

Como exemplo, a organização cita o caso da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, região Norte do Brasil. De acordo com o informe, mesmo com a ordem da Comissão Interamericana de Direitos Humanos de suspender a construção da represa até garantir os direitos das comunidades indígenas, o governo brasileiro aprovou, no início do mês passado, a construção da obra.

Em outros países do continente, os indígenas também enfrentam problemas que vão desde a falta de consultas prévias antes da realização de projetos que afetam seus territórios até julgamentos considerados por eles como discriminatórios e injustos.

Programação


O "Dia Internacional dos Povos Indígenas” será marcado por oficinas, exposições e mesas de debate em vários países. O Fórum Permanente para as Questões Indígenas, o Departamento de Informação Pública da ONU e o Comitê de Organizações Não Governamentais do Decênio dos Povos Indígenas do Mundo promoverão amanhã, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, uma mesa redonda sobre "Desenhos indígenas: celebrando nossas histórias e culturas, criando nosso próprio futuro” e a exibição do documentário "O artesanato de Kalimantan: em harmonia com a cultura e a natureza”.

O Conselho Estatal para a Cultura e as Artes de Puebla, a Unidade de Puebla de Culturas Populares e o Instituto de Artesanatos do Estado realizarão, em Puebla, no México, quatro dias de ações pelo dia dos povos indígenas. As atividades começam nesta segunda-feira (8) e vão até a próxima quinta-feira (11) com exposições de arte indígena, leituras de poesias, mostras de danças, debates sobre a situação das comunidades indígenas e exibição de vídeos.
 
Karol Assunção
Jornalista da Adital
Adital
 

MOVIMENTO INDÍGENA - UM CONVITE PARA AMANHÃ

Convite para a abertura da Exposição Séculos Indígenas no Brasil


Abertura da Exposição Séculos Indígenas no Brasil - 3ª Edição

Data : 9 de agosto de 2011 - Dia Internacional dos Povos Indígenas - terça-feira, 19h  no Memorial dos Povos Indígenas (Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti) em frente ao Memorial JK, Brasília/DF.

Visitação:  de 10 de agosto a 10 de outubro de 2011.



Ação Educativa Séculos Indígenas no Brasil

Fórum de Atualização sobre Culturas Indígenas: 9 e 11 de agosto de 2011
Curso de Formação de Mediadores Culturais: 5 a 10 de agosto de 2011
Visitas Educativas à exposição: 10 de agosto a 10 de outubro de 2011

Informações:

sexta-feira, 1 de julho de 2011

PRÉDIO ABANDONADO DO IBGE NO RJ - VIRA REDUTO DE USUÁRIOS DE DROGAS E É PALCO DE HOMICÍDIO

 Hoje (01.07.2011), a REDE RECORD em sua programação diária disponibilizou uma matéria que gira em torno de um suposto homicídio ocorrido dentro das instalações de um prédio público que encontra-se há anos totalmente abandonado.

Declara a reportagem que no local um rapaz usuário de drogas morreu depois de uma briga e que, o prédio abandonado e de responsabilidade do IBGE, foi invadido por mais de 100 famílias e dezenas de ususários de drogas.

Este é o verdadeiro retrato do descaso, da humilhação, da sangria do dinheiro público e da certeza da impunidade, tudo isto, sob patrocínio dos nossos governantes aos olhos gélidos do contribuinte.

No entanto, não devemos só culpar os governantes despreocupados e incompententes que passaram ou aí estão, mais sim, estender esse sentimento de ódio e nojo, a todos os órgãos responsáveis pela destruição daquele patrimônio, principalmente o próprio IBGE, terminando nas portas do Ministério Público.

Estendemos então, ao Ministério Público, preliminarmente, devido a DENÚNCIA efetuada por este signatário já algum tempo, em seguida, pela grande demora na apuração das responsabilidades sem quaisquer providências no sentido de levantar os riscos que aquele conjunto de prédios oferecem à população local, como no caso em tela, onde se vê invasão de mais de 100 famílias convivendo com tráfico, usuários de drogas e homicídios.

Acreditem ... aos que não conhecem o Rio de Janeiro, tal estabelecimento abandonado, fica quase em frente ao estádio conhecido como MARACANÃ e bem próximo do centro do Rio, cerca de 5 Kms.

Isto é um absurdo !!!!

Quanto a DENÚNCIA, esta formalizou-se em Procedimento Administrativo instaurado a partir da Denúncia Protocolizada na PRRJ sob o Nº 1.30.801.000170/2011-35, e encontra-se na Divisão da Tutela Coletiva da Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro - Av. Nilo Peçanha n.º 31- 2º andar - Centro - CEP.: 20.020-100 - RJ.

Queremos é saber quem são os culpados pelo abandono do prédio logo após reforma prevista para atender necessidades do trabalho gerando alto custo aos cofres públicos, bem assim, qual a razão da transferência das instalações que eram próprias do IBGE, logo após a reforma, para compor contrato de locação milionário, na qualidade de INQUILINO ???

Onde está o TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO - TCU que nunca se manifestou sobre essa malígna mudança !!!?????
O mais IRRITANTE é saber que no serviço público, como na vida do cidadão comum, vemos a todo instante prisões de ladrões de galinha ou ladrões de açúcar e sal, que tentam de alguma maneira saciar a fome, entretanto, não conseguimos nem sonhar com a devida prisão e devolução do dinheiro público desses governos que se instalaram neste país com simples propósito e interesse de defender seus respectivos bolsos.

Avaliem e deixem o seu recado ....

Movimenta BRASIL !!!

De: Carlos Passinha - BASTA !